ALERTA SARAMPO 2026
O Estado de São Paulo (ESP) mantém estado de alerta para o sarampo diante da confirmação de 23 casos da doença em 2026 no início de agosto de 2026
O Estado de São Paulo agora soma 30 casos da doença ate a dat 09/09/ 2026. A maioria das infecções ocorreu na capital, com 27 registros, enquanto São Bernardo do Campo teve dois e Guarulhos registrou um.
Fiquem atentos aos sintomas
Recomenda-se que os serviços de saúde mantenham elevado grau de suspeição diante de pacientes que apresentem:
• Febre;
• Exantema maculopapular generalizado;
• Tosse e/ou coriza;
• Conjuntivite;
• Histórico recente de viagem nacional ou internacional;
• Contato com viajantes ou pessoas com quadro semelhante.
A vacinação é a medida mais eficaz de prevenção, de controle e de eliminação do sarampo.
Durante a Campanha multvacinação , que aconteceu no de 3 de agosto a 1º de setembro; e extendida pelo aumento de casos; foi ampliada a oferta da vacinação contra o sarampo para todas as pessoas de 6 meses a 59 anos de idade, de forma indiscriminada.
A estratégia de intensificação da vacinação contra o Sarampo foi definida após a identificação de casos da doença. No atual cenário epidemiológico, torna-se importante a realização da dose zero para crianças a partir de 6 meses até 11 meses e 29 dias.
De acordo com o calendário vacinal, para serem consideradas vacinadas, pessoas de 12 meses a 29 anos de idade e trabalhadores da saúde devem ter duas doses de vacina, e pessoas de 30 a 59 anos devem ter pelo menos uma dose da vacina SCR.
Contraindicações
• Pessoas com história pregressa de reação de hipersensibilidade sistêmica a dose anterior ou a qualquer componente da formulação (neomicina, proteína do leite de vaca - Bula Serum), (neomicina, proteína do ovo - Bula I. Bio-Manguinhos), (neomicina - Bula MSD); pessoas com história de alergia à proteína do leite de vaca (lactoalbumina) não devem receber a vacina tríplice viral do laboratório Serum Institute of India Ltda., devem receber vacinas que não contenham lactoalbumina em sua composição. Na indisponibilidade de uma vacina tríplice viral isenta de proteínas do leite, recomenda-se a utilização da vacina tetraviral (sem proteínas do leite) tanto para a 1ª quanto para a 2ª dose, garantindo assim, a oportunidade de vacinação de crianças alérgicas ao leite (Nota Técnica Nº49/2025).
• Doenças infecciosas agudas, leucemia, anemia severa e outras doenças severas do sistema sanguíneo, insuficiência renal severa, cardiopatias descompensadas;
• Gestantes e crianças abaixo dos 6 meses (até 5 meses e 29 dias) de idade, mesmo em situações de surto de sarampo, caxumba ou rubéola.
• Imunodeficiência clínica ou laboratorial grave (primária ou adquirida) recomenda-se avaliação pelo serviço de saúde quanto ao risco-benefício.